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Igreja Anglicana e direitos LGBT – Parada da diversidade e Espelhos das bailarinas

26 de setembro de 2011 Sem Comentários

 

(Goiânia, GO – em destaque – Rev. Elias Vergara)

 

Veja outras fotos, e ao final, o texto

“Espelho das bailarinas – Reflexos da Homofobia”

 

 

Parada Gay

São Nearco e São Polieucto  Santa Perpétua e Santa Felicidade 

São Baco e São Sérgio

 

Movimento contra o “Pacto Anglicano”:

http://noanglicancovenant.org/about.html

 

 

Espelhos das Bailarinas – Reflexos da Homofobia

Ingrit Machado Jampietri de Paiva

 

Vemos no decorrer da história o mundo se transformando não só no âmbito cultural, filosófico, artístico, científico, religioso, etc, como também o planeta terra e o modo como nos relacionamos com ele. Hoje temos a oportunidade de repensar nossa responsabilidade ética para com o planeta e para com o nosso próximo. Neste ensaio tentaremos manter nossos olhos no próximo, no outro (ser humano) e como nos relacionamos com ele.

Para isto iniciaremos recorrendo à arte contemporânea a fim de nos servirmos de sua linguagem para analisar o momento em que vivemos e como nos vemos e nos relacionamos com o outro com aquilo que não nos é espelho. Não é de hoje que o diferente ou aquilo que desconhecemos causa espanto. No decorrer da história do desenvolvimento humano vemos a balança oscilando entre a marginalização ou a sacralização do desconhecido.

Lembremos a célebre e precisa frase de Caetano Veloso na música Sampa: “Narciso acha feio aquilo que não é espelho”. Essa frase expressa muito bem o motivo de tanta discriminação ainda na contemporaneidade. Após séculos de descobertas e de agilidade e possibilidades de informação algumas pessoas ainda se mantém estáticas no tempo como bailarinas em suas caixinhas de música. No pantanal matogrossense não é diferente. Talvez aqui pelo peso de séculos de colonialismo os passos andam retardados com relação a outras posições geográficas do país.

Não desprezemos o bonito e esforçado trabalho de nossa população para com a inclusão social. Temos várias ONGs, associações, OSCIPs e movimentos sociais que lutam pela igualdade e a inclusão. Contudo, também não podemos esquecer que uma grande parte da população ainda encontra-se alheia ao sofrimento e à luta de seu próximo, talvez por não considerá-lo tão próximo assim.

Igrejas são abertas em cada esquina com a mesma facilidade de botequins, mas algumas destas infelizmente não possuem o espírito do bom samaritano. Estão mais preocupadas com o crescimento numérico de suas congregações e com as construções arquitetônicas esplendorosas, do que com o crescimento individual de seus membros, perdendo assim a visão profética de luta pela igualdade em prol das minorias, tão presente no Novo Testamento e expressa através da vida e morte de Jesus.

Em nossos dias ouvimos e assistimos em vários meios de comunicação a luta pelos direitos humanos, inclusão social, direito dos animais, igualdade de gênero e raça, preservação da natureza, entre outras, mas nenhuma dessas iniciativas causa tanta polêmica quanto homoafetiva. O discurso da inclusão é belo, mas na prática a coisa é muito diferente. Estamos vivendo em uma época de individualidade, de cada um por si, ou seja, de bailarinas em suas caixinhas musicais. Nas ultimas décadas os movimentos pentecostais entre outros movimentos têm criado em escala industrial suas bailarinas alienadas do mundo e da realidade da vida. Utilizam a fé para usurpar a personalidade e a vida das pessoas criando verdadeiros ETs que não conseguem mais viver a grande diversidade que Deus criou. Consideram-se detentores da fé, da moral e por que não dizer da graça de Deus.

A visão platônica dualística não consegue ser superada. Vivem neste mundo mas não são dele. Em que mundo vivem esses senhores e senhoras que se identificam como “máximos”? Para entender melhor o pequeno mundinho destes “defensores da verdade e da fé” utilizaremos a música “Ciranda da bailarina” de Edu Lobo e Chico Buarque:

 

Procurando bem todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem

E não tem coceira, verruga nem frieira
Nem falta de maneira ela não tem

Futucando bem todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem…

Nem unha encardida, nem dente com comida
Nem casca de ferida ela não tem…

Não livra ninguém, todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem…

Medo de subir, gente, medo de cair, gente
Medo de vertigem, quem não tem?

Confessando bem todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem…

Sujo atrás da orelha, bigode de groselha
Calcinha um pouco velha ela não tem?

O padre também pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem…

Sala sem mobília, goteira na vasilha
Problema na família, quem não tem?

Procurando bem todo mundo tem…

Estamos diante de um mundo repleto de bailarinas em suas caixinhas de música. Quem já viu uma destas sabe que, através de um imã a bailarina prende-se à caixinha girando sobre seu próprio eixo, a partir do qual observa sua própria imagem refletida nos espelhos que lhe dão a ilusão de serem infinitas, dançando sempre a mesma música. Não existe mudança, só repetidos giros egocêntricos. Seus olhos sempre vidrados nos espelhos não podem ou esquecem de olhar para o outro lado e ver o mundo e a amplitude de formas e cores.

A música de Edu Lobo e Chico Buarque nos ajuda a entender melhor o mundo destas “bailarinas”. Vejamos alguns trechos: “Procurando bem todo mundo tem pereba marca de bexiga ou vacina, e tem piriri, tem lombriga, tem ameba; só a bailarina que não tem [...] Confessando bem todo mundo faz pecado logo assim que a missa termina, todo mundo tem seu primeiro namorado, Só a bailarina que não tem [...] Problema na família quem não tem?…”

Com certeza a bailarina não tem! Ela fica ali escondida em sua caixinha que quando aberta repetirá infinitas vezes suas piruetas até que nos cansemos de assistir ou a corda termine. Programada para girar e olhar-se ao espelho essa bailarina vai até onde seu “proprietário” a programou para ir. Com mais ou menos corda, não importa, elas não conseguem mudar o movimento; apenas repeti-los, vidradas em si e em sua imagem repetida por seus fieis (espelhos).

Somos pessoas de pele e osso e tudo mais que os acompanhar, com nossas perebas, amebas, medos, pecados, pentelhos e problemas na família. Não precisamos de espelhos e nem de alguém que nos reproduza como espelho, pois descobrimos que somos diferentes e que essa diversidade é a expressão maior de Deus em nossas vidas. Vivemos em um mundo de diversidade(s), no plural mesmo. Diversidade de gênero, raça, cultura, credo e muitas outras. Essa é a beleza da vida! Não queremos e não precisamos de espelhos de forma a transformar todos na mesma pessoa.

Precisamos viver nossa humanidade como Cristo o fez, amando a todos mesmo que não sejamos tão “iguais” quanto alguns esperam.

Nessa busca incessante pela dita “santidade“ (conforme compreensão contemporânea de algumas igrejas) acabamos não sendo nem santos nem humanos, apenas bailarinas em nossa caixinha musical. Uma boa analogia a ser feita aqui é o filme Invasores de Corpos, dirigido pelo cineasta Philip Kaufman,  em que a terra é tomada por alienígenas que, após tomarem o corpo do indivíduo faziam com que eles agissem de maneira igual, na fala, na vestimenta, nas ações (quase nenhuma), etc. Estes tinham como objetivo dominar a terra e para isso transformavam as pessoas em zumbis ou marionetes dos alienígenas.

Infelizmente neste caso a vida imita a arte. Temos visto o crescente número de pessoas que têm suas mentes dominadas, transformadas em bailarinas em suas caixinhas e, com seus hinos (ou música das caixinhas) quase mântricos levam a mente ao esvaziamento. Assim, o ouvinte não tem vida nem opinião própria, apenas dá piruetas em torno de si, buscando apenas os espelhos na esperança de ter preenchido seu vazio.

Esqueceram a magia de ser humano, de bailarem com leveza, e vivem alienados e centrados em seus próprios umbigos, tentam comparar-se a Deus, considerando-se semideuses; não possuem visão critica, não lêem nada além daquilo que foram orientadasa ler, não conseguem apreciar a arte que jorra de sua cultura e da história, não conseguem amar o diferente e aquilo que não lhe é espelho; servem-se da bíblia e de Deus para satisfazerem seus desejos, transformam Deus em seu escravo particular, “Eu mereço isto porque sou servo de Deus, aquele não merece!”; voltaram ao tempo das indulgências e o seu Deus é tão capitalista como elas. Não entendem a graça redentora de Cristo e esqueceram-se do evangelho de João 3:16 – “Porque Deus tanto amou o mundo que deu seu Filho Unigênito para que todo o que nele crê não pereça mas tenha vida eterna”, e de Romanos 2.11 – ”Porque para Deus, não há acepção de pessos”.  Para as bailarinas preguisosas que não sabem abrir o dicionário ou não deixam expliquemos o siguinificado de acepção = escolha, preferencia; ou seja não discrimina ninguém.

Ao lerem a Bíblia as bailarinas a transformam em caixinha de promessas, selecionando versículos isolados ou descontextualizados e utizando-os para justificar seu preconceito ou para cometer atrocidades em nome da fé. Mediante isto só nos restava pensar: Será que esse povo não sabe ler ou é preguiça e comodismo mesmo? A leitura bíblica não é simples como uma maioria pensa.

“Antes de qualquer coisa é necessário entender que as Escrituras não são um depósito fechado do qual tudo já foi dito. Elas vieram a nós como uma interpretação e contêm uma variedade de subjetividades e experiências humanas diárias e plurais.[1]

 

Devemos levar em conta a cultura, o tempo ou período histórico, os objetivos pelos quais foram escritas, as descobertas científicas até o momento, a antropologia, a psicologia, a epistemologia da linguagem e do pensar e somente assim poderíamos ousar interpretar as escrituras com um pouco mais de fidelidade. Isto é muito bem expressado pelo Bispo Celso Franco, quando diz:

Ainda mais, temos que entender que a Bíblia deve ser lida à luz de cosmogonias, antropologia, sagas, poemas e mitos, numa mistura de desejos e culpas: elementos que permeiam a integridade da Escritura. Ainda devemos considerar que o Povo da Bíblia, especialmente no Antigo Testamento atribuía a Deus bênçãos e maldições da mesma forma como se comportam pais e filhos. [2]

Um termo muito utilizado em meio as bailarinas para justificar seu preconceito mais especificamente contra os homoafetivos e o termo “abominação”. Assim faz-se necessário explanar um pouco sobre esse assunto a fim de alvejarmos (clarear) a visão destas pessoas preconceituosas ou daquelas que não foram orientadas corretamente por aqueles que o deveriam fazer em suas comunidades. Não é vergonha alguma não entender determinado assunto, e a responsabilidade da culpa é daqueles que deveriam ter estudo sobre o assunto antes de sair falando ladainhas por aí.  Vejamos então:

Em um momento da história (estória) em que um povo retornando do Egito tentava se firmar como uma nação ou povo “escolhido” se fazia necessário uma diferenciação entre seus costumes para não haver mistura ou confusão racial e religiosa entre os povos e para esta normatização foi formulado o “Código de Santidade” onde praticamente tudo que se referia à cultura ou religião local e sua prática pelo “povo escolhido” era considerado abominável. Vejamos: “Não se comportem como na terra do Egito onde vocês habitaram, nem como costumam se comportar na terra~de Canaã, para onde estou levando voces; não sigam os estatuso deles; pratiquem minhas normas e guardem minhas leis, deixando-se guiar por elas” (Levítico 18.3-4); ou “ “Portanto, guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que se praticaram antes de vós, e não vos contaminareis com eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus”. (Levítico 18.30). Vemos através de uma leitura mais comprometida e minuciosa que:

A palavra hebraica tô´ebâ, não necessariamente significa algo mal, como roubo, mas algo que seja ritualmente impuro para os judeus, como comer carne de porco e ter relações com mulheres menstruadas. A palavra é usada no Antigo Testamento para designar pecados judaicos que envolvem contaminação ética e idolátrica. Assim, a condenação levítica contra comportamento homossexual seria muito mais de impureza cerimonial do que propriamente obra má. p. 117.[3]

Lembremos que diversos atos no mesmo livro não devem ser praticados pelo seu povo, citamos alguns:

- “Não comam a gordura de gado, de carneiro e de cabritos” (7.23)

- Nada daquele bife ou costela com gordurinha!

-   Proibidos de comer sangue de animais e aves (7.26)

Adeus picanha sangrando!

- “Nem você nem seus filhos podem entrar na tenda Sagrada depois de terem bebido vinho ou cerveja” (10.9)

- Alguém diga ao padre que pare de tomar todo o vinho que sobra da eucaristia!

- Não poderão comer camelos, coelhos selvagens ou lebres [...] é proibido comer carne de porco (11.4-7)

Bye, bye feijoada, coelho é caro mesmo e eu nem queria!

- Mas não poderão comer os animais que vivem na água e que não tem barbatanas nem escamas (10.10)

Libera só o camarão, aí vai…

- “Quando uma mulher conceber e der à luz um menino, ficará impura durante sete dias, como durante sua menstruação. No oitavo dia, o prepúcio do menino será circuncidado; e, durante trinta e três dias, ela ainda ficará se purificando do seu sangue. Não poderá tocar nenhuma coisa consagrada, nem ir ao santuário, enquanto não terminar o tempo da sua purificação. Se der à luz uma menina, ficará impura durante duas semanas, como durante sua menstruação; e ficará mais sessenta e seis dias purificando-se do seu sangue” (2.2-5)

- Tenham dó! Pelo menos naquele tempo já existia licença maternidade!

Mofo na casa: “Se observar que a mancha se alastrou, trata-se de mofo contagioso, e a casa está impura. Mandará demolir a casa, e suas pedras, madeira e reboco serão levados para um lugar impuro, fora da cidade” (14.44-45).

- Quem já não teve um lugarzinho úmido da casa que deu mofo? Será que demoliram a casa?

- “Quando uma mulher tiver sua menstruação, ficará impura durante sete dias. Quem a tocar ficará impuro até à tarde” (15.19)

- Meu patrão devia ser dessa época para eu não precisar ir trabalhar!

 

Ver a homossexualidade ou homoafeitividade como uma abominação baseando-se na lei de Levítico é um grande absurdo. Vimos que comer camarão é algo abominável; será que os que se baseiam em Levítico consideram comer camarão mais ou menos abominável que a homossexualidade? Ou será que está no mesmo nível?

Através destas poucas citações podemos observar a radical separação que este povo “escolhido” deveria ter dos demais que já viviam na terra. É nítido o distanciamento cultural e temporal destes indivíduos de nossa realidade hoje.

As “bailarinas” utilizam-se da religião para justificar seu posicionamento preconceituoso e mal informado, ficam em suas caixinhas de música achando-se perfeitas e santas. Esqueceram que existe um mundo cheio de probabilidades e mudanças culturais, já que estes querem ser separados deste mundo utilizando frases como: “Não ouço música do mundo!”, “Sou do time de Jesus!”, “Meu signo é Cristo!, “Não me misturo com pessoas do mundo!”, “Prefiro subir quadrado que desce redondo!” Talvez esses realmente sejam extraterrestres disfarçados ou apenas pessoas alienadas deste mundo que tem medo de saír de suas caixinhas e de perder a segurança de só rodopiar em seu próprio eixo e olhar ao redor agradecidos a Deus por toda sua criação e a perfeição desta como Ele o fez.

Outras bailarinas se achando muito espertas poderiam apelar para o campo psíquico e científico alegando que se trata de uma doença ou opção, contudo;

A homossexualidade faz parte da diversidade sexual humana e não é doença física, nem problema psicológico. A APA – Associação Americana de Psiquiatria – retirou a homossexualidade do seu Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais em 1973, com base em estudos que demonstravam que a homossexualidade nada mais é do que uma variação possível de manifestação do desejo sexual. No Brasil, em 1985, o Conselho Federal de Medicina passou a não considerar a homossexualidade uma doença mental ou física. Em 1999, foi publicada uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que normatizou a conduta dos psicólogos frente à questão: “… os psicólogos não colaborarão com eventos ou serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”. O Conselho, vale repetir, entende que a homossexualidade não é uma doença.[4]

 

Em 1993 a Organização Mundial de Saúde (OMS) retira o termo “homossexualismo” (que dá idéia de doença) e adota o termo homossexualidade e recentemente o termo mais utilizado para se falar do assunto é homoafetividade. Assim, vemos que a homoafetividade é um estado psíquico e não opção. Não existe tratamento já que não se trata de uma doença, não existem ex-gays (ainda que o indivíduo tente mudar ele só poderá suprimir sua homoafeitividade fingindo uma heterossexualidade almejada para ele pela sociedade).

Convido nossas bailarinas que continuam a rodopiar freneticamente contorcendo-se a saír de suas caixinhas e parar com a “ciranda da Bailarina”, assumir que todos possuem algum tipo de defeito ou problema, e parar com essa conversa de que “só a bailarina que não tem”, reconhecendo enfim a perfeição da criação, onde Deus, em sua infinda sabedoria bordou com as mais diferentes linhas, pintou com infinitas cores e amou, dando seu filho como sacrifício único para que todos, isso mesmo, todos, que nele crerem não pereçam, mas tenham vida eterna. Que possamos ser agradecidos pela dádiva de sermos humanos cheios de piolho, pereba; medo de cair; remela quando acorda; irmão zarolho; casca de ferida; pecado; marca de bexiga; problema na família; quem não tem? E através do reconhecimento dessa humanidade e fragilidade possamos estender os braços a toda criação, abrindo nossos corações sem julgamentos ou preconceitos para todos ao nosso redor como um autêntico e verdadeiro Cristão faria.

INDICAÇÕES DE LEITURA:
 
1. Homossexualidade: Ciência e Consciência, de Marciano Vidal (Edições Loyola, SP, 1985).
2. A sexualidade humana: novos rumos do pensamento católico americano, de Anthony Kosnik (Editora Vozes de Petrópolis, RJ, 1982).
3. Pastoral com homossexuais, do Padre José Transferetti (Editora Vozes de Petrópolis, RJ, 1999).

4. www.gph.org.br/faq.asp,

5. www.pailegal.net/ser-pai/433

 6. http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2007/10/28/homossexualismo-carta-aberta-a-um-fundamentalista/


[1]http://www.centroestudosanglicanos.com.br/bancodetextos/etica/sobre_sexualidade_oliveira.pdf

[2] Idem

[3] . Gagnon, Robert A. J.. The bible and homosexual practice. Texts and hermeneutics. 2001.

[4] www.gph.org.br/faq.asp – acesso 02/08/2011

 

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